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Correr na Cidade

Homenagem às corredoras

Hoje, sábado dia 29 de Dezembro, realiza-se a São Silvestre de Lisboa. Inserida na prova de 10K há uma “pequena” rivalidade entre homens e mulheres pela disputa do troféu que a organização disponibiliza. Uma forma divertida de aumentar o entretenimento da corrida e a competição saudável.Isto tudo fez-me lembrar a história recente das corridas e a forma difícil como as mulheres conseguiram conquistar o seu lugar na participação em provas/corridas/maratonas. Um exemplo disso é a história de Kathrine Switzer que em 1967 participou na Maratona de Boston. Cinco anos antes de oficialmente a prova permitir oficialmente a entrada de mulheres na prova.KATHERINE SWITZER; THOMAS MILLERNa imagem consegue perceber-se que mal a organização viu que Kathrine estava a correr com um dorsal oficial da prova tentou retirá-la à força . Contudo, a corredora foi protegida pelo seu marido, Tom Miller (na foto a empurrar um dos elementos da organização) e por um cordão de amigos que a acompanhou durante toda a prova.Switzer ficou assim para a história como a primeira corredora a terminar a Maratona de Boston – mesmo contra a vontade da organização – e com um tempo de 4 horas e 20 minutos. Nessa mesma prova outra mulher, Bobbi Gibb, fez o percurso sem estar registada.  Aliás, o registo de Katherine, que o fez com o nome K.V. Switzer, baralhou a organização da prova tendo por isso sido entregue o dorsal – onde a corredora encontrou alguma resistência.Por isso, todo o meu respeito para as mulheres que em todo o mundo conseguiram ganhar um lugar nas corridas oficiais e hoje, passados vários anos, temos “competições” saudáveis como a de São Silvestre de hoje. Boas corridas. 

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