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Correr na Cidade

Pão de banana para depois do treino

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Hoje foi dia de regresso aos trilhos. Depois de uma breve pausa por motivo de doença, soube tão, mas TÃO, bem voltar a correr nos trilhos. Ainda por cima, o Tiago tinha-nos preparado um percurso lindo da Praia do Guincho até a Peninha (Strava). 
 
Para celebrar a ocasião, decidi experimentar fazer um pão de banana para comermos depois do treino. E não é que saiu super bem? Então, a pedido de várias famílias, segue a receita.
 
A receita que fiz foi uma receita improvisada de uma receita do Genius Kitchen. Improvisei para torná-la mais saudável, usando farinha de espelta e vez de farinha normal, óleo de côco em vez de manteiga e mel em vez de açucar. É uma receita super fácil que suja pouca louça e não requer máquinas de cozinha (só o forno, claro).

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Ingredientes:
- 2 ou 3 bananas maduras - convém mesmo que sejam bem maduras;
- 1 copo de farinha - eu usei de espelta, do Aldi;
- 1/2 copo de óleo de côco - usei da Biona da Prozis;
- 1/4 copo de mel - usei um caseirinho que trouxe do Algarve;
- 2 ovos;
- 1 colher de chá de canela;
- 1 colher de chá de fermento em pó;
- pepita de sal;
- opcional: pepitas (ou bocadinhos) de chocolate negro; mirtilo seco (usei nesta receita, do Ali), frutos secos como nozes, baunilha, manteiga de amendoin.
 
Modo de preparação:
1. retirar tudo do forno (lol, mais vale relembrar) e preaquecer a 180 graus;
2. juntar e mexer o óleo de côco e o mel - usei o micro-ondas para derreter e ser mais fácil;
3. juntar os ovos já batidos e a banana já esmagada e misturar bem - basta usar uma colher;
4. juntar a farinha, fermento, sal e canela noutro recipiente e mexer;
5. juntar a mistura da farinha ao resto e mexer;
6. juntar "extras" como o chocolate, mirtilos, etc;
7. verter numa forma untada com óleo de côco;
8. cozer no forno a 180 graus durante cerca de 55 minutos.
 
 
Et voilá! Bom apetite! O meu pão ficou uma delícia, nada seco e um bocado crocante. Uma recieta fácil, minimamente saudável e barata para partilhar com os amigos depois do treino ;)

Uma pausa na corrida...

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Quero volta a sentir-me assim: feliz nos trilhos!

 

Há mais de um mês que não corro. Sinto-me fraca. E isso faz-me sentir triste. Praticar desporto tornou-se tão importante que hoje sinto muita falta. Mas não vim para aqui queixar-me. Vim mais desabafar e justificar o meu silêncio no “mundo do running”.

Fui estúpida. Apanhei uma gripe e deixei andar. Não me mediquei devidamente e continuei a trabalhar e correr durante as primeiras semanas. Assim, só agora, passado mais do que um mês e uma consulta e medicação, sinto-me finalmente pronta para retomar os treinos.

É impressionante aperceber-nos como é fácil perder a forma e como é difícil voltar a forma! Depois de umas semanas de descanso, no fim-de-semana arrisquei-me a dar um giro de bicicleta e na segunda fui de bicicleta ao trabalho. Custou-me tanto. A subida no Príncipe Real nem consegui fazê-la de bicicleta!

Grrr isto deixa-me triste. Mas a boa notícia é que está aí o bom tempo e estou animada para correr. Hoje vou tentar correr meia horinha.

Espero em breve voltar a sentir-me à vontade para voltar a organizar os “Happy Mondays” e juntar-me aos treinos em trilhos. Vemo-nos lá?

 

Review: New Balance Fresh Foam 1080 v8

 

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New Balance volta ao mercado com as novas Fresh Foam 1080v8 um modelo que já vai na oitava geração e que pretende oferecer conforto e amortecimento durante muitos quilômetros. 

 

Mas será que cumpre o prometido? 

Leia a review destas sapatinhas que rodaram cerca de 120 Km em situação de treino e em prova (a minha 1ª maratona).

 

Nunca tinha experimentado outro modelo da New Balance, logo não tinha expectativas em relação a estas sapatilhas. O que posso dizer é que eles me serviram muito bem, não as senti desde os primeiros treinos e que passado uma semana, com diferentes situações de treino, senti que poderiam mesmo ser as eleitas para fazer a Maratona de Sevilha e correr a distância perfeita pela 1ª vez.  

 

Foi uma prova inesquecível, com um ambiente espetacular e boa organização, onde as sapatilhas com pouca rodagem  mostraram-se estar à altura e proporcionaram uma corrida com muito conforto.

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Os New Balance 1080 são uma sapatilha neutra, com muito amortecimento e 8 mm de drop, informação útil para quem se interessa por estas características mais técnicas. 

 

O Fresh Foam, como o próprio nome indica, é uma espuma de amortecimento que não necessita de elementos extra como o gel dos Asics, as câmaras-de-ar dos Nike ou as “wave” dos Mizuno.

 

A sola intermédia é uma espuma macia, leve e confortável, que apresenta formas geométricas (hexágonos) côncavos no exterior e convexos no interior, que permitem maior amortecimento e estabilidade.

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A sola apresenta 3 cores diferentes, a preta predomina nos bordos externos e calcanhar (mais resistente para aumentar a durabilidade) e centralmente tem 2 tons de azul neste modelo, que são mais suaves e que melhoram a tração. 

 

Relativamente ao relevo da sola, tem duas linhas na área do metatarso que aumenta a flexibilidade do sapato e outra linha na parte externa do calcanhar, para absorver os impactos no solo.

 

O topo dos sapatos é muito largo, de forma quadrada, o mesh frontal é suave e respirável. Os laços são planos e de comprimento normal e sob eles, uma língua muito esponjosa que ajudam estes 1080 V8 a ficar muito confortáveis. A nível do calcanhar, tem muito apoio e bem almofadado.

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 Como elementos refletivos, de cada lado tem um N, na frente o logo da New Balance e no calcanhar sem qualquer elemento, o que permite suficiente visibilidade para as corridas noturnas. 

 

Aspetos positivos:

  • Conforto e suavidade
  • Upper com boa respirabilidade
  • Boa tração

Aspetos a melhorar:

  • Peso (315g)
  • Flexibilidade
  • Não muito responsivos

Dizem que da primeira vez nunca se esqueça e por isso estes New Balance Fresh Foam 1080v8 terão sempre um lugar especial por me terem acompanhado na maratona de Sevilha.  

Review: Saucony Triumph ISO 4 - Uns ténis para uma maratona... Mas não para mim!

É chegada a altura da review do Saucony Triumph ISO 4.  Para quem não viu a preview, voltamos aos detalhes básicos:

  • Modelo: Saucony Triumph ISO 4  - Navi/Denim/Cooper
  • Testado por: Bruno Tibério
  • Características pessoais: Passada neutra/ligeiramente pronadora, peso 73kg, arco médio.
  • Condições de teste: vários treinos curtos (até 10km) e um longo (~20km), totalizando cerca de 70km.

Características Técnicas:

  • Peso: 342g no número 43
  • Drop: 8mm
  • PVP: neste momento consegue-se online cerca de 150€

Posto isto passo a explicar os pontos que gostei, detestei e assim perceberem também o porquê de a review estar um pouco atrasada em relação às nossas práticas. 

 

DESIGN & CONSTRUÇÃO

Em relação às cores e os padrão denim, nada a apontar. Adorei os apontamentos metálicos em tons cobre. A marca apostou nestes tons em vários dos seus modelos e para mim foi uma aposta ganha. Para quem gosta de correr durante durante a noite, na parte frontal tem dois pequenos refletores e um na parte traseira. A sapatilha é também composta em grande parte por malha, que os torna flexíveis e respiráveis. Os acabamentos estão devidamente acondicionados com a excepção de uma ( pelo menos para mim) e que é o que me leva a dizer que estes ténis não são para mim mais à frente.

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Em relação à durabilidade, com os 70kms, não é visível nenhum desgaste evidente da sola.

 

Estabilidade e aderência

Penso ter sido a primeira vez que usei umas sapatilhas de estrada indicadas para longa distância. Daí que a minha primeira impressão foi achar que eram bem pesadas (para valores que estava mais habituado a equipamento de trail)  mas está dentro dos valores típicos para a gama de longa distância. 

A borracha da sola não tem nada a apontar assim como a estabilidade e apoio do pé lateralmente. Nas nossas Happy Mondays, recheadas de calçada, caminhos inclinados e por vezes irregulares, portaram-se perfeitamente. Não houve um grande teste em chuva intensa, mas em zonas mais húmidas nos dias mais frios não se notou grande perda aderência. 

Algo que adorei em relação ao meu pé foi o apoio proporcionado na zona do arco do mesmo. Tal como descrito pela marca, o modelo é indicado para quem tem o arco algo acentuado acabando por proporcionar mais apoio.

 

Amortecimento e conforto

Já o tinha frisado anteriormente que a zona do calcanhar estava extremamente acolchoada o que me parece garantir uma boa proteção, bem como evitar fricção e permitir a expansão do pé com o decorrer dos quilómetros. E quanto à sola, eu sou apologista de que se não ouvimos a nossa passada ou um bater demasiado "seco" isso é bom sinal. Significa que o impacto está a ser absorvido pela composição intermédia da sola. E isso acontece nestes ténis. Quem tiver um pouco de peso a mais creio que irá beneficiar do bom amortecimento oferecido por este modelo. A língua também é fortemente acolchoada protegendo o peito do pé.

 

Ok, mas então porque não são para mim?

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Nem tudo são rosas. Pois bem o problema é que eu, e volto a frisar, eu, ao correr faço uma flexão plantar demasiado pronunciada. Simplificando, dobro muito os dedos, de tal forma que em geral as minhas sapatilhas quando gastas por uso, acabam quase sempre por romper na zona da dobra dos dedos do pé. Acontece que neste modelo, as presilhas, são cobertas por uma espécie de resina tornando-as extremamente duras, com excepção da que contém a parte do material refletor (ver imagem). Acontece que essa última, assinalada a vermelho na imagem, tem uma costura pronunciada que fica exactamente por cima da zona onde dobro os dedos. Essa costura é protegida pela língua mas com o movimento por vezes acaba por ficar exposta e é trilhada contra o pé na zona da dobra pela que lhe antecede coberta com resina. Se no treino curto até passa despercebido, no treino mais longo, com o continuar da pressão acabei até por fazer um pequena pisadura. Para mim esse problema seria bem resolvido pela marca, recuando um pouco a zona da presilha em direção à parte traseira do ténis, semelhante a outros modelos da marca (ex: Ride ou Guide) ou então estendendo mais a língua de forma a garantir maior cobertura da costura mesmo durante a flexão acentuada.

Por eu achar estranho este facto acabei por ir chatear o Nuno Malcata que calça o mesmo que eu para ele dar a opinião dele. Já ele, não notou exposição da mesma costura que lhe relatei durante os testes que fez. Daí esta review final também ter demorado mais que o nosso habitual pois queremos ser justos com a marca.

 

Conclusão

É sem duvida uma boa opção quer para adeptos de corridas longas ou para quem procura um bom amortecimento em todo o tipo de treino. 

O factor mais dissuasor será provavelmente o preço, que penso ser um bocado elevado, mas online, este modelo já se vai encontrando a preços mais em conta. Quanto ao problema que eu encontrei, cada um deverá testar para si, para garantir que a sapatilha lhe fica confortável. Se na vossa passada não fletirem muito o pé, verão que serão umas sapatilhas 5 estrelas.

E a minha opinião final é:

 

Design/Construção 18/20

Estabilidade e Aderência 17/20

Conforto 15/20

Amortecimento 20/20

Preço 16/20

Total 86/100

 

E seguindo o lema da marca, Run Your World.

Boas corridas!

 

LouzanTrail 2018 - O regresso dos bravos!

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 No ano passado, o otimismo era grande e este ano é maior ainda

Se há prova de trail que "falei" mais aqui no blogue, foi sobre o Louzantrail! Não consigo explicar quais as forças que me empurram para ir para esta prova, talvez sejam as histórias que trago para contar. 

Infelizmente, as memórias do ano passado não são as melhores: a prova foi cancelada devido aos incêndios que estavam nos arredores da serra, o que punha em risco a segurança dos participantes e toda a ajuda aos bombeiros era necessária naquela altura.

 

Mas, este ano, esperamos que nada disso aconteça e a expectativa é grande. Em primeiro lugar porque a crew do Correr na Cidade estará representada por 6 elementos (incluindo eu) e prometemos momentos de diversão ao mais alto nível. Em segundo lugar porque tenho a certeza que vamos continuar a ver locais duma beleza indiscritível e só quem vai a estas provas é que percebe o que eu digo.

 

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 Um dos meus locais favoritos

Mas falando mais sobre a prova, podem contar com:

- Louzantrail Ultra - 50 Km, 4170 D+

- Louzantrail Longo - 27 Km, 2040 D+

- Louzantrail Curto - 17 Km, 1290 D+

- Raposinhos - provas para os mais pequenos

- Descida Nocturna - no dia anterior ao evento

 

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Cerdeira - aldeia de Xisto na Serra da Lousã e que costuma ser um local de passagem em alguns percursos do Louzantrail

Quanto a conselhos gerais, é importante que leiam bem o regulamento da prova disponível no site, para que estejam informados sobre o evento. Recomendo participarem no briefing que costuma ser dado no dia anterior à prova na pousada e onde são dados alguns conselhos importantes para cada percurso. E, se querem ficar hospedados na vila, apressem-se a reservar! A oferta não é muita e esgota num instante. 

Durante o tempo que estiverem na vila, aproveitem para experimentar os produtos locais (recomendo o mel de urze da zona).

 

Falando de assuntos igualmente sérios: não se esqueçam que a natureza é um dos bens mais preciosos que temos de cuidar. Por isso, a organização do Louzantrail apela à eco-responsabilidade, ou seja, apela ao bom senso de não deitarem lixo para o chão (será que pesa assim tanto transportar uma embalagem de gel vazia?) ou entreguem o lixo num abastecimento ou mesmo na meta. Juntos conseguimos fazer a diferença!

 

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 Não queremos deixar vestígios da nossa presença na serra, certo? (imagem tirada pela Ângela Costa no final do Trail de Sicó)

 Boas corridas!

Correr uma Maratona - Sevilha 2018

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Dizem que com passar dos anos começamos a apreciar mais os pequenos momentos, os detalhes, os lugares, as situações quotidianas, as pessoas.

 

Quando a New Balance me convidou a correr a maratona de Sevilha 2018 não hesitei. Apesar de não andar a treinar especificamente para este tipo de prova e ser para mim a maior demonstração de superação e resiliência em corrida, não consegui resistir ao fantástico convite que nos fizeram.

Desde a minha primeira maratona, Sevilha 2015, que queria regressar a uma prova destas e esta era a oportunidade perfeita. Uma prova plana, um ambiente fantástico, os espanhóis são fenomenais a puxar pelos atletas, e o facto de fazer 38 anos nesse fim-de-semana tornaram o convite irrecusável.

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 Assim dia 25 de fevereiro de 2018 corri a minha segunda maratona e pelo menos nos próximos tempos para mim chega. Começar os 38 anos desta forma foi uma experiência fantástica.

 

Chegados ao estádio para colocar o saco com a muda de roupa o ambiente estava intenso e barulhento. Corredores em todos os lados, uns a ultimar os últimos pormenores, outros a tirar as muitas fotografias que inundaram as redes sociais. As condições para a prova estiveram ideias e sentia-se a alegria no ar.

 

Ao meu lado estava o meu grande amigo e primo Ulisses Nunes, mais recente membro do Correr na Cidade que se estreava nesta distância, o que ajudou a tirar algum do stress por ser o mais experiente dos 2 nestas provas.

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O objetivo era correr num ritmo constante de 5´30´´ e se conseguíssemos acelerar a partir do quilómetro 35.

 

Correu tudo conforme planeado e mais importante corri feliz. Não foi tudo fácil, numa maratona nunca é. Do primeiro ao último todos sofrem em algum momento, é preciso ser resiliente, otimista e absorver a energia do público e dos restantes corredores, e muito importante treinar e estar preparado para este esforço físico.

 

Corri tranquilo até ao quilometro 35, imaginem só, sempre a um ritmo constante, a comer a cada 50 minutos e a beber em todos os muitos abastecimentos da prova. No final já não conseguia engolir mais aquaris e tive que efetuar um pit-stop rápido ao 12 quilómetro.

 

O que me ajudou foi correr descontraído, aproveitar cada momento da prova e correr acompanhado, sozinho seria capaz de correr tantos quilómetros em estrada.

 

O quilómetro 35 foi o teste e desta vez passei com distinção. Apeteceu parar a cada momento, as pernas estavam cansadas e sempre que alguém deixava de correr ao meu lado o meu cérebro gritava para fazer o mesmo. Mas continuei, foquei-me no objetivo e fui correndo um quilómetro de cada vez.

 

Nessa altura o Ulisses arrancou a grande velocidade para tentar baixar das 3h45 e eu continuei no meu ritmo tranquilo sabendo que o objetivo de baixar das 4h estava cumprido, faltava agora tentar o melhor tempo possível, mas também não era para isso que estava ali.

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 Queria divertir-me e marcar este ano como um ano de mudança e superação. Comecei bem agora resta continuar.

 

O final da prova é sempre emocionante, muito choro, sofrimento, superação e demostrações de humanismo e amizade.

 

Quero agradecer à New Balance pela oportunidade de correr em Sevilha, uma prova muito bem organizada, onde nos sentimos em casa com tantos portugueses e com um ambiente fantástico, para mim a prova ideal para quem se quer aventurar nos 42k.

 

Um grande abraço ao meu companheiro de aventuras Ulisses Nunes que está cada vez a correr melhor, a partir daqui é sempre a melhorar.

 

Nota final para os New Balance 1080v8 que são 5 estrelas. Confortáveis, com amortecimento suficiente para uma maratona e que me permitiram correr com os pés “frescos” e sem dores até ao fim.

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Review em breve no blogue.

Tempo final 3h52m22s.

Acho que agora só aos 40 é que me meto noutra destas.

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