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Correr na Cidade

Viajar e correr: benefícios e equipamento essencial

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Adoro correr nos sítios para onde viajo. Seja qual for o motivo da viagem. Quando viajava muito para a Holanda por motivos profissionais, levava sempre o equipamento comigo par uma corridinha matinal ou duas. O mesmo fiz quando fui visitar amigos em Dublin. Agora mais recentemente, numa viagem de negócios, corri no Rio e São Paulo. Que sonho!    

 

Como já vos contei, encontro-me na Tailândia uns meses. Vim mudar de ares e conhecer um mundo novo enquanto mantenho o meu trabalho, mas remotamente. É claro que trouxe o meu equipamento! Os benefícios de correr enquanto viajamos são vários.

 

Já ouviste falar na "Barkley Marathons"? Não? Então tens de ler isto!

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Já ouviram falar da “Barkley Marathons”? Não? Eu também não, até há alguns meses atrás, quando me deparei no Netflix com um documentário "The Barkley Marathons: The Race That Eats Its Young".

 

Sendo tema que nos interessa particularmente, resolvemos ver o documentário. Bem, se eu achava que “Mont Blanc” era o suprassumo das provas de trail, estava errada! Bem, continua a ser uma prova “chique” para participar, mas prova dura e crua de trail (que nem sei se se deve chamar de trail: talvez prova sobrevivência(?), trail adventure (?), "prova que tens tomates" (?)), encontrei aqui na Barkley Marathons!

 

 

Um Desejo Chamado 100kms – Resumo de um livro único

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Este livro é efetivamente único… Porquê? Bom! Primeiro porque é um poucos exemplares da única edição de 2004, segundo porque está autografado pelo autor e em terceiro e último lugar porque deve ser certamente o livro mais antigo, sobre ultramaratonas, escrito por um português (obrigado querida sogra por me teres desencantado este livro vá-se lá saber onde).

 

O livro é assim o relato da experiência de Manuel Martins, médico fisiatra de Lisboa, no derradeiro desafio de correr 100km. Se nos dias de hoje, 100km ainda é uma distância respeitada, há 12 anos, pensar corre-la era considerado simplesmente insano.

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Não sendo um prémio Nobel da literatura, é um livro com uma escrita fluida e cativante. O facto de ser contado na mesma pessoa transporta o leitor para as vivências do Manuel, para todas peripécias porque passou, bem como para as angústias sentidas no enfrentar de uma distância completamente desconhecida.

 

Mas se pensam que o Manuel era um rookie, quando almejou os 100km, desenganem-se….

 

Falamos de um atleta que tinha no curriculum cerca de 25 maratonas e cujo melhor tempo eram umas muito respeitáveis 2h54m.

 

Falamos de uma preparação intensa, quase profissional, em que foi acompanhado por uma equipa composta por um treinador de corrida, uma psicóloga, um médico especialista em nutrição e um médico especialista em medicina desportiva.

 

Falamos de 10 semanas de treino que incluíram 4 maratonas.

 

Ou seja houve da parte do Manuel um enorme respeito ao desafio que estava a enfrentar, mas houve também uma enorme resiliência e ambição para apesar das muitas dificuldades conseguir completar este desafio.

 

Curiosidades:

  • A ultramaratona que o Manuel fez chama-se “Nuit des Flandres” e vai hoje para a sua 38ª edição (http://www.nvv.be/fr );
  • Manuel fala no livro de uma prova montanha na serra da Malcata bem como numa prova de 100km chamada dos “100km de Portugal” Alguém conhece?

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Deixo-vos apenas a transcrição de um posfácio do livro, que não só contextualiza o livro na época como resume muito do que era a relação do Manuel Martins com a corrida:

 

“Mais do que o relato da sua prova de 100km, o livro do Dr. Manuel Martins leva-nos a descobrir a força que a concretização de um sonho pode ter em cada um de nós.

Ser capaz de correr 100km, é algo de inimaginável para qualquer cidadão, tanto mais que o esforço da corrida, o ser capaz de estar a correr durante minutos, horas, está sempre associado à noção de sofrimento, de dureza, enfim, qualquer coisa longe das sensações de prazer.

Ao lermos esta narrativa pormenorizada do atleta Manuel Martins, é fácil ficar a sonhar que “correr 100km” até é algo realizável e que afinal a corrida de fundo pode ser uma paixão capaz de nos transformar em Homens mais aptos física e intelectualmente.

Mário Machado (Diretor da revista Spiridon)

Sumo de Laranja Vs Laranja – qual o melhor?

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Todos nós crescemos a ver as telenovelas brasileiras e as mesas deles com um grande pequeno-almoço e um copo de sumo de laranja em grande destaque. Quem é que não gosta de um bom sumo de laranja? Fresco ou à temperatura ambiente, não importa, é sempre apetecível. Se por um lado os nutricionistas (eu incluída) aconselham a comer fruta, por outro lado desaconselham a ingestão de sumo de laranja. Mas porquê?

 

O sumo de laranja natural, acabado de espremer, fornece uma boa quantidade de vitaminas e minerais ao nosso organismo e não tem conservantes nem edulcorantes. Contudo, a partir do momento em que a laranja é espremida, começa uma rápida detioração do sumo. Dá-se início ao processo de oxidação e, se o sumo não for rapidamente bebido ou armazenado, o seu valor nutricional cai bruscamente. As vitaminas presentes no sumo de laranja (vitamina C e A, essencialmente) são termo sensíveis, ou seja, são sensíveis a temperaturas elevadas (mesmo à temperatura ambiente). Também é importante não esquecer que, se usarmos uma liquidificadora para fazer o sumo, o movimento da lâmina produz calor e aquece ligeiramente o sumo.

 

Por outro lado, como são necessárias cerca de 3 laranjas para fazer um copo de sumo (cerca de 250 ml), o teor em açúcar do sumo triplica. E, tendo em conta que a fibra foi destruída durante o processo de trituração, este açúcar (frutose) fica mais disponível para ser absorvido pelo corpo. Mesmo que depois vá comer a fibra que ficou no espremedor, ela já não vai exercer a sua função. Mas, o sumo de laranja continua a ser uma melhor opção do que os néctares de fruta ou refrigerantes, que têm muito mais açúcar e mais aditivos alimentares.

 

Resumindo: não é por acaso que as melhores laranjas aparecem no inverno, por isso, antes de pensar em beber um sumo de laranja natural, coma uma laranja!

 

 

Trail em modo Turismo pelo Zezere

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Depois do Trail do Lince, no mês passado, esperava continuar aos poucos a voltar aos treinos e chegar ao Trail do Zezere em melhor forma. 

 

Os 20km do Mini Trail pareciam-me adequados, não demasiado duros, para a evolução desde a longa paragem que tive sujeito.

 

Todo este pensamento tinha feito sentido, se não tivesse mudado de trabalho e se tivesse treinado um mínimo que fosse nas 3 semanas de arranque do novo trabalho, coisa que não aconteceu. O único treino, digno desse nome, foi no Gerês onde estive a acompanhar um pouco o Campeonato do Mundo de Trail.

 

 

Review Saucony Xodus Iso

Modelo: Review Saucony Xodus Iso

Testado por: Stefan Pequito

Características pessoais: 65kg Passada neutra

Condições de teste: Pirenéus (ultra Pirenéus), Serra de Sintra, Serra da

Arrábida, e Monsanto em trilhos, estradões e estrada.

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Há uns tempos, a Saucony deu-me generosamente  as novas Xodus Iso para testar e dar o meu parecer. Já dei a minha 1º impressão e o que posso dizer é que a minha opinião não mudou muito. Mas vamos ver então.

 

 

 

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