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Correr na Cidade

Primeira maratona - entrevista a João Montez II

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Foto por Miguel Martins

 

Conhecem o apresentador João Montez? Ele foi desafiado pela ASICS para correr a Maratona do Porto. E claro, aceitou! Foi a sua primeira maratona. Fomos falar com o João, um habitual corredor de 10/15km, antes da maratona. Conforme prometido, segue também uma entrevista por parte do João sobre a experiência:
 
1. João, parabéns, parece que temos "maratonista"! Como correu?
 
Muito obrigado! Correu muito melhor do que estava à espera. Devo dizer que os primeiros 32 kms foram a "deslizar"...! Estava a contar com momentos difíceis a meio da prova mas... pelo contrário. Senti que estes primeiros quilómetros foram o resultado do treino que preparei, juntamente com o Fábio Soares, o meu preparador físico. Estava com a energia no máximo!
 
2. Esta primeira maratona foi mais fácil ou mais difícil do que esperavas?


Não querendo retirar a dificuldade que uma prova desta dimensão acarreta, senti que foi mais fácil do que esperava. Apesar de nos últimos kms ter sentido (e bem!) a distância nas pernas, literalmente. A acrescentar ainda o facto de, dias antes da prova, ter começado a sentir uma ligeira dor no iliopsoas. Talvez devido à sobrecarga resultante do número de treinos finais e também do movimento repetitivo (e excessivo) sobre o quadril. Mas, dias antes, confesso que comecei a ter, de alguma forma, expectativas mais baixas.

 
3. Qual foi a parte mais difícil?
 

A fase final, os últimos 7 kms. Muito devido a essa dor sentida, dias antes. Creio que agravou no dia da prova.  A lesão nesse músculo acontece quando lhe é imposta uma carga maior do que a que ele suporta, seja por excesso de treino, fraqueza ou até mesmo encurtamento muscular. Já esperava que me fosse dificultar a prova, em determinado momento. Ainda assim, foi mesmo no final. Faltava tão pouco, não haveria como desistir...!

 

4. Tens alguma dica para quem se vai estrear nos 42km em breve?
 
Se fez a devida preparação, o descanso é fundamental nos dias anteriores à prova. Faz parte do treino. Vai sentir um boost gigante no dia da Maratona. Foi o que me aconteceu!
 
5. Quais foram as sapatilhas que escolheste levar? Foi também com estas que fizeste os treinos todos?
 
Na última fase do treino e, mesmo até ao dia D (da maratona), usei as ASICS Gel-Kayano 24 pois sabia que eram as indicadas para mim, neste tipo de prova. Mas nos meses anteriores de preparação, fui alternando com as ASICS Roadhawk. Para uma corrida intervalada, mais rápida e bem mais leves, estas últimas.
 
6. Tencionas voltar a correr esta distância?
 
Confesso que este tipo de prova é desgastante, podendo provocar algumas mazelas a longo prazo, se não for feita uma preparação cuidada e acompanhada por profissionais. Agora... fiquei com o "bichinho" da corrida, sem dúvida! Tenciono continuar a correr e a fazer distâncias mais pequenas, como 10 km ou até mesmo, meias maratonas.
 
Obrigada João! E até um dia por aí numa corrida!

Desafios na corrida: anemia parte II

IMG_20170816_194308.jpgA vida de "atleta" não é um mar de rosas. Cada corredor passa por fases. Fases em que nos sentimos fit, super motivados e batemos PBT após PBT e fases mais difíceis. Segue a "parte II" dos meus desafios na corrida. A parte I partilhei no verão de 2016 aqui.

 

Já partilhei aqui no blog que sofria de anemia várias vezes. Foi no final de 2015 que descobri que sofria de anemia pela primeira vez (podem ler neste post). Foram o cansaço extremo e dificuldades respiratórias que na altura me fizeram ir ao médico. Rapidamente comecei a tomar suplementação de ferro. No entanto, o médico na altura, não fez análises profundas de forma a analisar qual a origem do problema. Seria falta de absorção ou falta de ingestão?

 

Desde então tenho vindo a ter cuidado com a alimentação e o descanso. Entretanto cheguei a fazer muitas análises mas continua difícil encontrar o porquê da anemia. Em Maio deste ano fiz análises e estava tudo perfeito enquanto treinava bastante, não comia carne nem peixe e não tomava suplementação. Por isso, o problema não parece ser falta de ingestão de ferro.

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Foi no final de Outubro que me voltei a sentir extremamente cansada. Seria exastão devido a um verão de muuuuito trabalho ou a anemia? Ou os dois? Não, não é do excesso de treinos, pois tenho treinado pouco. Só um pouco de RPM, yoga e treinos guiados com turistas no âmbito do meu projeto Run in Portugal. Ainda participei no Duratrail que até nem correu mal mas, nos Trilhos dos Casaínhos, senti-me muito fraca e como fui a puxar, passei um mau bocado na tarde pós prova. (Sim, eu sei, nem devia ter ido, mas sou viciada nisto!)

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Falei com a minha nutricionista e amiga, Ana Sofia Guerra que me sugeriu logo consultar um médico para fazer análises. Ela fez-me uma lista de ítens que deveriam ser analisados, nomeadamente: hemograma e leucograma normal, ferro sérico, magnésio, ferritina, transferrina, vitamina D, vitamina B12, ácido úrico, entre outros. Mal obtive os resultados das análises, enviei-os à Ana e sim, estou outra vez com uma maldita anemia. Comecei então a tomar suplementação de ferro e de um complexo de vitamina B conforme a Ana me sugeriu. Neste artigo, a Ana fala dos diferentes tipos de suplementação que podem ser interessantes para corredores.
 
A ver se com estas dicas e alguns cuidados adicionais na alimentação e muito descanso, recupero rápido. Há por aí mais alguém com este desafio? Como lidam com a situação?
 
PS. Se quiserem saber mais sobre a anemia, leiam este meu post.

Race Report: o regresso a Casaínhos

Por: Sílvio Horta

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Voltei a esta prova pelo segundo ano consecutivo porque é uma prova relativamente curta (15km), de trail e perto de Lisboa. Uma factor adicional para participar é o facto de ser quase uma prova familiar com montes de caras conhecidas do mundo das corridas como o Filipe Torres, o Luís Sommer Ribeiro, o Miguel Serradas Duarte e a restante pandilha do Monsanto Running Team e a malta do Correr na Cidade (o Tiago Portugal, o Pedro Luís e a Bo Irik).

 

Apenas uma semana depois da Maratona do Porto, sentia-me estranhamente solto. Como saí de casa à pressa levei apenas o essencial para a prova: t-shirt, calções, meias, sapatilhas e relógio. Depois de umas quantas fotos da praxe e de pôr a conversa em dia, coloquei-me no meio de pelotão para a partida. Saí forte para conseguir progredir bem a partir do 2km onde começava uma série de single tracks.

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A prova começa a subir praticamente desde início (600m). Ao 3km chegámos ao ponto mais elevado da prova com 362m. No topo estava um pouco de vento fresco o que permitiu refrescar. Descemos um pouco para voltarmos a subir novamente. Caminhei a primeira vez numa curta subida para recuperar o fôlego. Após essa subida tivemos um bom período em que estivemos a descer por um single track algo técnico com alguma pedra solta e inclinação lateral.

 

À entrada do Parque Municipal do Cabeço de Montachique estava o primeiro abastecimento. Sem parar de correr retirei um copo com água e continuei a “dar-lhe gás”. Após o abastecimento tivemos um km em que estivemos sempre a descer no terreno até surgir uma nova subida com cerca de 800m de extensão. A partir daí tivemos um período onde estivemos a descer numa extensão de quase 2km até ao ponto mais baixo da prova (136m) por um estradão com muita pedra solta.

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Felizmente o dia estava seco e o piso não estava escorregadio. Chegámos então ao ex-libris da prova: uma parede colossal para escalar. Esta parede está disfarçada, no início só conseguimos ver apenas metade da subida e quando chegamos a meio do percurso é que vemos que vamos sensivelmente a meio da escalada. Como já conhecia o percurso, fui subindo sem olhar muito para cima. Ia também distraído pelo alvoroço que ia a decorrer atrás de mim já que a malta dos esquilos vinha em amena cavaqueira dizendo piadas uns aos outros. Neste grupo vinha também um atleta que ia a incentivar o pessoal, a dizer coisas como “vamos pessoal”, “força campeões”, “está quase”! Passou por mim e por mais uns quantos que iam à minha frente e quando chegou ao topo sentou-se e começou a puxar pelos outros que iam a trepar a parede.

 

Não sei se foi por ir distraído com a conversa do pessoal que ia atrás de mim ou se estava melhor preparado, mas este ano esta parede pareceu-me mais uma subida do que uma parede! No topo havia um abastecimento onde aproveitei para beber água, comer 2 cubos de marmelada e levar um pedaço de laranja. Aproveitei o km seguinte, o 10km, para recuperar visto que era a descer. Surgem depois uma série de pequenas rampas onde optei por caminhar para recuperar para o resto da prova.

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De seguida, novo km novamente a descer estando já muito perto de Casaínhos. No entanto, sabia que a prova ainda estava longe de acabar e que ainda havia mais umas quantas subidas reservadas. Durante toda a prova, e em especial no atravessamento de estradas, havia muitas pessoas da organização a indicar o caminho ou a parar o trânsito. Transpostas 2 subidas já se via o campo de futebol ao longe, no entanto, ainda faltavam cerca de 2km para o fim. Na última subida estava o primeiro classificado que já tinha acabado a prova, o Hélio Fumo, a apoiar o pessoal. O atleta que ia à minha frente tropeçou numa raiz ou numa pedra e deu uma queda valente. Apesar disso levantou-se rapidamente e seguiu por isso pensei que estaria bem e segui também. Cheguei à meta com um tempo final de 1h35m tirando praticamente 4 minutos ao tempo do ano passado. 

 

Até para o ano!

A segunda primeira maratona do Sílvio

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Por Sílvio Horta:

 

A convite do Correr na Cidade, que me ofereceu o dorsal, fui até à Maratona do Porto para tentar apagar a má imagem deixada na Maratona de Lisboa. Devido a uma virose e fortes dores abdominais, pela primeira, vez tive de abandonar uma prova, aos 20km.

 

Para esta deslocação contei com o apoio da minha família e do meu amigo Rui Soeiro que me iria acompanhar em toda a prova para me ajudar terminar a minha primeira Maratona.

 

Fizemos o levantamento dos dorsais na Expo Maratona no Centro de Congressos da Alfândega do Porto. O levantamento foi bastante rápido e, já com os dorsais levantados numa ponta da Expo, seguimos o caminho estipulado, passando por toda a feira, para levantar o saco com ofertas e a t-shirt da prova.

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A Expo estava bastante bem composta com várias lojas, instituições ligadas ao desporto em geral e à corrida mais especificamente. O kit era bastante completo, incluindo uma mochila, uma tshirt, uma sweatshirt da Asics e uma pequena bolsa para levar à cintura, entre os restantes panfletos.

 

Estivemos ainda alguns minutos a ver uma das palestras que estavam previstas para o dia. Não chegámos a ir até à pasta party porque tínhamos almoçado relativamente tarde. Aproveitámos ainda a tarde para passear na zona da ribeira e aproveitar o belo clima e paisagem magnífica da ribeira.

 

No dia da prova dirigi-me para a zona da partida para ir ter com o Rui. Estive alguns minutos sentado numa paragem de autocarro a aquecer com o belo sol que estava logo às 8 da manhã. A temperatura estava excelente para a prática da corrida, 12/14ºC à hora da partida e durante a prova a atingir os 17/18ºc. Dirigimo-nos para os currais da partida, eu para o B e o Rui para o A. Entretanto encontrei um camarada meu que também ia para a Maratona. A partida foi dada e seguimos com o objetivo à vista da bandeira das 3h30 a algumas centenas de metros à nossa frente.

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Os primeiros 5 km decorreram com o ritmo um pouco mais alto do que o previsto (4m50). Na zona de Matosinhos onde íamos dar uma volta de 10km, tinha a minha família à espera e aproveitámos para tirar umas fotos. Antes tínhamos encontrado muita malta do mundo dos blogs de corrida como o Carlos Cardoso, a Isa, o Vitor e o João Lima. Voltámos a passar pelo local da partida no km 12.

 

A paisagem junto ao rio ajudava a distrair da passagem dos kms, aproveitávamos os abastecimentos para ir hidratando e refrescando. Numa pequena descida de empedrado vimos um atleta deitado no chão a sangrar abundantemente da cabeça, nariz e boca, provavelmente terá tropeçado numa pedra e caído.

 

Tomei o primeiro gel por volta do 17km, sabia que o abastecimento líquido seria ao 20km portanto seria um bom momento para o tomar. Começámos a aproximar do centro histórico do Porto e começamos a sentir o apoio popular cada vez mais forte. Este forte apoio foi uma constante durante toda a prova. Ao chegar à ribeira estava o abastecimento que não estava muito bem posicionado, visto estar numa curva e muito perto do empredrado a descer. Quando passámos na ribeira foi o auge do apoio durante a prova, centenas de pessoas estavam a apoiar, a bater palmas, com bandeiras, a fazer barulho.

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Em cima da ponte D. Luís I o ambiente era ainda mais espetacular. Visto ser um espaço mais reduzido e formou-se uma espécie de corredor. Senti-me quase levado ao colo com este apoio na ponte.

 

Já em Gaia fomos apanhados pelo Carlos Cardoso e seguimos durante alguns km com ele. No entanto por volta do 24km começo a sentir as primeiras dificuldades, uma pequena dor abdominal e alguma má disposição. Tomei o segundo gel. Nos kms seguinte abrandámos o ritmo para 5m/5m20s. A má disposição continuou a aumentar, quando voltámos para o lado do Porto, fui gerindo o esforço com alguma dificuldade.  A partir do retorno, no km 32,   o marcador de ritmo de 3h30m passou por nós. Embalados pelo apoio do público ainda conseguia correr, no entanto, a partir do km 34  fui forçado a caminhar.

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Estava com fortes dores abdominais e tinha algumas dificuldades em respirar.  Já não conseguia ingerir géis  nem fruta, a água ainda era suportada. Até ao km 41 fomos caminhando e correndo, devido às fortes dores que se espalharam até ao diafragma. Por vezes, nem conseguia respirar mesmo caminhando.

 

Entretanto passaram por nós os marcadores de ritmo de 3h45. O público continuava a incentivar para correr mas já não havia energia para tal. Volto a frisar que o apoio do público foi espetacular e incansável, nunca tinha sentido tanto apoio,  mesmo numa prova longa.  Ao km 41 decidimos que tínhamos que acabar a prova a correr mas entretanto fomos ultrapassados pelo marcador das 4h. Fomos forçando o ritmo a subir a Avenida da Boavista até à meta. As dores eram já tantas que acho que fiz a parte final da prova em apneia sem respirar, já que se respirasse tinha muitas dores. Olhamos para o tempo de prova e vemos que já não vamos conseguir um tempo de prova abaixo das 4h. Cortámos a meta com um tempo de chip  3h59m50s

 

Agradeci ao meu amigo Rui Soeiro que me acompanhou durante toda a prova. No final tinha a minha irmã e a minha mãe à espera na meta. A prova teve um apoio espetacular durante toda a prova, os abastecimentos (à exceção de um estavam perfeitos). Para o ano só faltarei se tiver algum problema físico.

Quinta do Gradil Wine Trail - o regresso às provas!

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Tal como prometi no post anterior, o meu regresso ao trail ia ficar marcado pela participação nesta prova. Enquanto que grande parte da crew ia participar no Trail de Casaínhos, eu decidi participar nesta prova com uns amigos. Sabia que a dificuldade não ia ser tão grande como "gatinhar" numa das subidas mais conhecidas da prova de Casaínhos. Mas também não foi fácil de todo.

 

Este era mais um daqueles dias de inverno em que nos apetece sair de casa e correr. Apesar do frio, o sol estava no auge. A Quinta do Gradil brilhava ao longe. Chegámos com alguma antecedência, pois íamos encontrar alguns amigos que também iam participar na prova. E foi na altura de levantar os dorsais que se levantou alguma confusão, mas todos partiram a tempo.

 

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 A prova consistia em 12 Km (mais IVA) em torno aos terrenos da Quinta, passando pelo meio de algumas vinhas. Como não tenho corrido muito, optei por ir a um passo de corrida e de caminhada rápida sempre que surgia uma subida mais puxada. Como eu sabia que havia um abastecimento pelo km 6, optei por levar poucos reforços alimentares (1 tailwind ainda fechado, 1 mel iellow e um gel da Prozis) e apostei em levar cerca de 500 ml de água. Obviamente que não ia tomar isto tudo, mas quem me conhece sabe que levo reforços para mim e para quem precisar.

 

 A prova estava a correr bem, até que passámos o km 6, o km 7, o km 8 e nada de abastecimento. Encontrámos algumas pessoas que também nos questionavam "mas afinal quando é que aparece o abastecimento?" E este só apareceu ao km 10 e, quando não era o nosso espanto, só tinha água!  Tendo em conta que algumas pessoas estavam a participar numa prova de trail pela primeira vez, que estava sol e que ainda eram 12 Km, ter apenas água no abastecimento é muito pouco. 

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Optei por ingerir o mel que tinha levado porque, apesar de não sentir fome, era importante ingerir alguns hidratos de carbono para me manter activa.

 

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Por entre subidas e vinhas com coloração outonal, lá fomos nós até à meta. 

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A chegada à meta teve dois momentos especiais: tivemos a oportunidade de entrar dentro da fábrica e ver onde é produzido o vinho da Quinta e ver a minha amiga Dália atravessar a meta depois duma prova de superação e muita coragem.

Recomendo esta prova a quem queira iniciar-se no trail running, pois tem um grau de dificuldade médio e passa por alguns estradões. Para mim foi perfeita para reiniciar as provas e traças novos objetivos. 

Quero agradecer à organização da Quinta do Gradil pelo bom ambiente da prova, pela simpatia e pela garrafa de vinho branco fantástica!

Para o ano há mais!

 

 

 

 

 

 

Novidades 2018

As novidades para 2018 são muitas e boas. As principais marcas de sapatilhas de corrida esgrimam argumentos para conseguir atrair novo público e fidelizar os seus clientes cada vez mais exigentes. No Outdoor Retailer show que se realizou em Salt Lake City já foi possível vislumbrar alguns dos novos modelos de estrada e trail que irão estar disponíveis em 2018.

 

Aqui ficam algumas das muitas novidades Salomon.JPG

 Esquerda para Direita Salomon RA Pro, Sonic RA, Sonic RA MAX

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Salomon S-LAb Sense 2

Salomon XA Elevate.JPG

 Salomon XA Elevate

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 Saucony Kinvara 9

Saucony Peregrine 9.JPG

 Saucony Peregrine 9

Adidas Terrex Two Boa.JPG

 Adidas Terrex Two Boa

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 INOV 8 X-Talon 230

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 Skechers GOrun Forza 3

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Brooks Adrenaline GTS 18

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 La Sportiva Lykan

 

2018 promete ser um ano com modelos cada vez mais interessantes.

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