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Correr na Cidade

Preview: SKECHERS GOrun 5

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Sou fã da Skechers. Tanto em estrada, como podem ler na review dos GoRun Ride 4, como nos trilhos, como é o caso dos GoTrail, que me têm vindo a acompanhar nos trilhos. Agora recebemos os Skechers GOrun 5 para testar. A marca promete “leveza, flexibilidade e reatividade numa só sapatilha” e até agora, sim, concordo!

 

Em duas semanas corri mais de 100 km com estes Skechers GOrun 5. É preciso dizer o que achei sobre eles? Amei! A minha primeira impressão foi: LINDOS! Para mim, estes Skechers GOrun 5 são, sem dúvida, o modelo mais bonito que já vi desta marca americana.

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Foi logo na primeira corridinha que fiz, de cerca de 10km, que sabia que estes sapatos eram para mim. Os ténis assentam na perfeição. Super confortáveis, característica típica da marca. E super leves também (cerca de 212 gramas, para um modelo de referência masculino, tamanho 42,5). Adoro os drops reduzidos desta marca. Este modelo tem um drop de 4mm. O upper tem GOknit (que faz lembrar os Nike Flyknit), visualmente sem costuras, que proporciona grande conforto e transpirabilidade. A língua Air-Mesh contribui para uma maior respirabilidade e comodidade do pé. E Quick Fit na traseira da sapatilha (podem ver nas fotos) torna o ato de calçar e descalçar mais rápido e confortável.

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Tal como os outros modelos da marca, estes GOrun5 são flexíveis e contribuem para um maior impulso e rapidez além de terem um amortecimento adequado tanto para treinos como competição. Em termos de velocidade, este modelo parece-me ser dos mais rápidos da marca e ao mesmo tempo apresenta um bom amortecimento.

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Esta nova sapatilha da Skechers é uma versão renovada do modelo mais icónico da marca, o GOrun 4, considerado a melhor sapatilha de 2016 pela revista Runner’s World. Pessoalmente, não testei os GOrun 4, só os GOrun Ride 4.

 

Vou correr mais uns quilómetros e o Luís Moura também, e em breve, daremos a nossa opinião final e mais detalhada.

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MIUT - Um orgulho do Trail Nacional

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Se a Madeira é a pérola do Atlântico o Madeira Island Ultra Trail é a pérola do Trail em Portugal. 

 
Não vou relatar a minha prova, nem como correu, cada vez mais acredito que corro apenas o objectivo de criar memórias, corro com o sentido de guardar imagens, sensações, cheiros, para mais tarde poder fechar os olhos e viajar para esses locais, óbvio que fazer um bom tempo é bom, fazer um bom resultado final é excelente e nesse aspecto, não podia estar mais satisfeito, mas o mais importante é experiência num todo e que experiência que é este MIUT.
 
 
Já participei em muitas provas Nacionais e algumas Internacionais, das melhores até e acreditem que saio da Madeira cheio de orgulho de ser Português, saio com a sensação que conseguimos fazer bem e melhor que os outros, que conseguimos estar entre melhores a nível mundial na organização de uma prova de trail e em variedade e dureza do desafio do traçado. 
 
 

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Não é à toa que o MIUT é uma das uma das apenas seis provas Pro do Ultra Trail - World Tour, acho que é algo que nos temos de orgulhar uma organização que é uma máquina no que toca apoio, segurança, marcações, abastecimentos, marketing, etc... Óbvio que à sempre pontos passíveis de ser melhorados, como em todas as provas, mas se esta precisa de melhorias, todas as outras precisam de muito mais - É uma prova de classe mundial.
 
 
Uma prova que traz ao nosso país, os melhores atletas de nível mundial, uma prova que traz ao nosso país milhares de atletas anónimos e suas famílias e amigos para viver esta aventura do Madeira Island Ultra Trail, fazendo girar a economia local e nacional.
 
 

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Não queria me alongar nas habituais descrições da prova, porque quero que a vivam como eu vivi e que criem as vossas memórias, mas deixo-vos a indicação das minhas partes favoritas da prova: a descida vertiginosa para o Curral das Freiras, a passagem entre o Pico Ruivo e Pico do Areeiro, o bosque antes de Ribeiro Frio e a Vereda do Larano que tive a sorte de ainda a fazer de dia e ser brindado com aquela imensidão de mar, portanto deixo-vos o convite e participem em qualquer uma das distancias e já agora vão com ais tempo e partam à descoberta desta nossa ilha, contudo e para os mais indecisos deixo vos o video oficial do traçado.
 
 
Inscrevam-se, treinem, divirtam-se e termino com uma frase do meu amigo e treinador João Mota - Trail Running Endurance Coaching.
 
"Deixem que a Ilha vos conduza até a meta."
 

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Xau ginásio, olá Monsanto, Sintra e bicicleta!

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 Recuperação ativa de bicicleta :D

 

O tempo voa! Já vou na quarta semana de treinos para o Estrela Grande Trail com o apoio do treinador Paulo Pires pela plataforma beAPT. A semana passada partilhei um pouco mais sobre como funcionam estes treinos neste post. Entretanto já deu para me habituar à esta nova carga e à “pressão” do treino acompanhado.

 

Tenho corrido cerca de 60km por semana, por trilhos, por Lisboa e em jardins para fazer os treinos de potência aeróbica - o treino intervalado. Rotinas de reforço muscular e de flexibilidade também fazem parte do meu dia-a-dia. Tenho-me sentido super bem e cada vez mais forte. Já nem tenho ido ao ginásio, pois faço os treinos de reforço muscular na rua e os treinos de flexibilidade em casa inserindo os exercícios na minha sequência diária de yoga.

 

Por semana, tenho corrido cinco vezes, sendo que esta semana e a anterior, um dia de corrida for substituído por uma voltinha de bicicleta. Usar a bicicleta no âmbito desportivo para mim é novidade. Para mim, a bicicleta sempre foi um meio de transporte. Como neste plano de treinos, a bicicleta é mais no sentido de recuperação ativa, tenho podido usar a minha querida bicicleta (que tenho há 18 anos e não é de estrada) para fazer uns quilómetros.

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 Correr em Sintra é todos os fins-de-semana!

 

Os treinos de trilhos são muito importantes e têm sido, desde sempre, a parte mais desafiante para mim, por limitações de tempo. Havia uma altura em que só corria nos trilhos em provas, e só treinava em estrada. Felizmente, agora estou mais disciplinada e motivada e, uma vez por semana, às quartas às 7 da manhã, tenho ido correr uma horinha em Monsanto com pessoal amigo. Aos fins-de-semana, pelo menos uma manhã passo na serra. Fui várias vezes a Sintra e até à Arrábida. Esta semana a serra será outra: vou participar no Trail de Montejunto. É uma prova, mas vou em modo treino, é claro (não que isso seja muito diferente do meu modo competitivo ehehe).

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 Os treinos em Monsanto às 7 da manhã já são um vício!

 

O meu feedback até agora sobre o treino com a beAPT é muito positivo. Os meus níveis de motivação estão em altas. Não deixo escapar nem um treino! O treino com base na frequência cardíaca também tem sido uma experiência interessante de autoconhecimento e controlo.

 

No que toca à nutrição, tenho seguido as dicas da minha amiga nutricionista Ana Sofia Guerra e já sinto o corpo mais tonificado e até já consegui perder alguns dos quilinhos a mais que levei comigo desde a minha aventura na Tailândia.

 

Para a semana partilho como correu a prova na Serra do Montejunto e em breve quero partilhar contigo um pouco sobre a minha experiência sobre os treinos com base na frequência cardíaca e quais os benefícios deste tipo de treinos.

 

Boas corridas!

Preview: as novas Berg Jaguarundi 2.0

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 Há já algum tempo que andava há procura dumas sapatilhas para trail, visto que as minhas mais parecem skates, seja em piso seco ou molhado. E como eu não conseguia decidir qual havia de escolher, decidi experimentar as novas Berg Jaguarundi 2.0.

 

Para além de ter de esforçar-me para decorar o nome destas sapatilhas, a curiosidade em experimentá-las era mais forte do que eu. E foi no Parque Florestal de Monsanto que dei uma voltinhas e testei-as em diferentes pisos.

 

Em primeiro lugar, adorei a cor: é um rosa que não ofusca e ainda traz uns atacadores pretos e rosa suplentes, para não enjoar. São leves o quanto baste e, ao calçar, ficaram perfeitos (nem largos, nem justos). Mas houve um pormenor que me fez confusão: a falta do "último buraco"! Ou é porque estava habituada a ajustar as sapatilhas um pouco mais nesta zona ou então faz mesmo falta, pois notei que o pé estava um pouco desprotegido. Contudo, preciso de treinar mais vezes com elas e irei voltar a falar deste assunto num próximo artigo.

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 À primeira vista, o desenho da sola parece-me interessante e a marca promete mais tracção, conforto e protecção. Nos pisos onde andei (relva, terra batida, pedras, alcatrão), não tive dificuldade em travar onde foi preciso. Mas estou ansiosa por experimentar as sapatilhas num trieno à chuva ou com lama.

 

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Outro ponto interessante nestas sapatilhas é o facto de terem um tecido em malha que promete ser resistente à abrasão. Se é ou não, ainda não sei, mas são muito respiráveis e (talvez por causa desta malha) são bastante flexíveis.

 

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Um dos pormenores que gostei muito foi a "bolsinha" onde podemos guardar os atacadores e que é bem maior do que a maior parte das marcas.

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E durante os próximos treinos e provas, estas serão as sapatilhas que vão acompanhar-me e prometo testar tudo ao máximo. Curiosos? Eu também!

Bons treinos!

 

LOUZANTRAIL 2017 e o meu regresso às provas de trail

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Quem me conhece no mundo da corrida, sabe que adoro a Serra da Lousã. Foi um caso de amor à primeira vista, ou melhor, amor à primeira prova. No ano passado, a prova não correu tão bem e tive de desistir ao fim de 14 Km para não prejudicar a minha saúde. Mas fiquei com o “bichinho” de regressar à prova, nem que fosse para a mais pequena.

Este ano, a prova realiza-se nos dias 17 e 18 de junho e eu estarei presente na prova dos 15 Km (mais coisa menos coisa).

Tal como em anos anteriores, este ano temos as provas de 50 Km, 25 Km e 15 Km e a corrida solidária. Todas as provas de corrida dão pontos para o campeonato ATR, na ITRA e para a qualificação UTMB. Por isso, e pela experiência que tive no ano passado, deixo o alerta de que não vai ser “pêra doce”.  

Mas tenho a certeza que vão:

- ver paisagens lindas de morrer

- passar por aldeias de xisto perdidas na montanha e duma beleza fantástica

- ser assistidos por uma organização 5 estrelas e que faz de tudo para que se divirta ao máximo

- querer voltar no próximo ano e fazer mais e melhor!

 

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Se chegarem a este ponto, estão no bom caminho!

 

Quanto a inscrições, apressem-se: o prazo final para a 1ª fase termina já dia 30 de abril! Podem inscrever-se através do https://stopandgo.com.pt/events/louzan-trail/sign.

Antes de se inscreverem, aconselho a lerem o regulamento da prova com muita atenção e, se tiverem alguma questão, entrem em contacto com a organização.

 

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 Uma das aleias de xisto onde podem ficar e que aconselho vivamente - Cerdeira Village ao amanhecer

Deixo aqui o lembrete de que devem reservar a vossa estadia com a maior brevidade possível, pois a oferta na zona e a preços acessíveis é limitada. 

Mas o mais importante de tudo é aproveitarem o bom convívio urante a prova e divertirem-se ao máximo!

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 A minha primeira prova de trail com a Joana Malcata, a Natália Costa e os nossos vassouras :)

 

Vemo-nos lá!

Bons treinos!

 

Preview: ASICS Noosa FF

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A ASICS é, para mim, a maior referência de running em termos de calçado e têxtil. Os meus primeiros ténis de estrada, e também de trilhos, foram ASICS. A vantagem desta marca é que tem várias gamas, para vários níveis de exigência e vários orçamentos.

 

Este mês a ASICS apresenta a FlyteFoam™Fast Series composta por três modelos: Noosa FF, Gel-DS Trainer™ e uma nova versão de cores das DynaFyte™. A nova tecnologia FlyteFoam foi pensada para aqueles que querem ser mais rápidos. Tivemos a oportunidade de testar as Noosa FF.

 

FlyteFoam é a última tecnologia patenteada da ASICS. A tecnologia é incorporada na entressola das sapatilhas e promete responder às necessidades de todo o tipo de corredores independentemente do tipo de passada ou técnica.

 

Da FlyteFoam™ Fast Series fazem parte três modelos:

 

Noosa FF™: este modelo incorpora uma entressola com FlyteFoam™, um upper altamente respirável e uma sola em borracha com maior aderência para pisos molhados. É este o modelo que nós estamos a testar.

Peso: 255 gr // Drop: 10 (24-14) // PVPR: 150€

 

DynaFlyte™: incorpora uma sola inteira com FlyteFoam™ para oferecer amortecimento ao mesmo tempo que leveza. Nesta colecção são lançadas novas cores.

Peso: 270 gr // Drop: 8 // PVPR: 160€

 

GEL-DS Trainer™ 22: também com uma  entressola com FlyteFoam™. Um modelo de estabilidade média alta também com a tecnologia Dynamic Duomax™ para oferecer estabilidade e conforto.

Peso: 225 gr // Drop: 10 (20-10) // PVPR: 140€

 

Em breve mais novidades sobre as Noosa FF, aqui no blog!

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